Encontrei uma poesia que tinha tudo haver com o que eu sentia, eu nem queria, mas me encontrei, me achei.
Teus olhos ficam gravados na minha memória como um retrato na parede, nada o rebobina, apenas o play.
É o brilho da lua conspirando pra te amar, a mesma melodia que eu te ouvia, a mesma melodia que não te esquecia.
Era você, mesmo parado, brincando com as cores do vento.
Na pele de um algodão, a tua voz me tocava.
E mesmo longe, inventava a tua presença, te tocava e me tocava, como duas rosas num jardim.
Um sopro na vela, um beijo doce eu queria, mais que meu próprio desejo, era o segredo que guardava, naquela poesia que lia e no brilho dos meus olhos quando te vejo.

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